BRASÃO DA FAMÍLIA

Brasão na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado – obedecendo às leis da heráldica – com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações. O desenho de um brasão é normalmente colocado num suporte em forma de escudo que representa a arma de defesa homónima usada pelos guerreiros medievais.

Não se sabe, com rigor, quando é que esta prática teve início. O campo de estudo dos brasões denomina-se heráldica. Os brasões não eram fornecidos ao acaso para as pessoas. Tiveram as suas origens em actos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros. Era uma maneira de os homenagear e às suas famílias. Com o passar do tempo, como era um ícone de status, passou a ser conferido a famílias nobres no intuito de identificar o grau social delas, assim sendo, somente os heróis ou a nobreza possuíam tal ícone e o poderiam transmitir a seus descendentes.

No BRASÃO DA FAMÍLIA PELLIZZARO, destacam-se:

• Elmo metálico de proteção usado pelos combatentes, dotados de coragem e disposição para a luta na defesa de seu território, pátria, família e companheiros de combate.

• Cotas de malha, nas cores azul do céu ocre da terra, emolduram a armadura e o escudo, simbolizando profundo amor pela natureza, como plumas agitadas pelo vento, num movimento contínuo e harmonioso, louvando e agradecendo a Deus Criador, de todas as coisas.

• O escudo símbolo da proteção dominado pelo Leão Alado, da região do Vêneto, Selva de Trissino – Itália -, de origem da família, que tem na “destra” uma espada, símbolo do poder e da justiça, e na “sinistra” sobre um livro, que será defendido como repositório indestrutível do saber e do estudo, nas cores: amarelo do ouro da riqueza e vermelha do fogo ilumina e aquece.

• Finalmente na fita dourada repousa o nome PELLIZZARO, herdado dos nossos ancestrais cuja origem se perde na contagem do tempo mais antigo, ao que se tem documentado: Pellizzaro, Pietro Antônio, 1800.

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